BRASIL TEM A SEGUNDA MAIOR RESERVA DE TERRAS RARAS DO PLANETA!

BRASIL TEM A SEGUNDA MAIOR RESERVA DE TERRAS RARAS DO PLANETA!
Gühring
Para se ter ideia, o mundo inteiro tem 110 milhões de toneladas

Você já deve ter ouvido falar em terras raras. Que elas são consideradas ricas em minerais críticos e estratégicos e que podem ser utilizados em diversas indústrias. Sim, essas tais terras raras são indispensáveis na produção de componentes essenciais de telefones e laptops, aviões e sistemas de satélite, dispositivos médicos, baterias de carros elétricos, turbinas eólicas, painéis solares, lâmpadas de LED e até cosméticos. 

Quando essas cadeias de suprimentos são interrompidas, toda a nossa sociedade sente os efeitos. Por exemplo, durante a pandemia de Covid-19, interrupções nas cadeias de suprimentos de minerais essenciais em microchips geraram longas esperas por carros, laptops e até mesmo máquinas de lavar louça. 

Os Elementos Terras Raras (ETRs) são um conjunto de 17 elementos químicos que, apesar de abundantes, são encontrados em baixas concentrações e demandam um complexo processo de extração e separação até se tornarem ligas e ímãs permanentes – produto final mais utilizado pela indústria na transição energética.  Assim como outros minerais críticos e estratégicos, os ETRs estão no centro de negociações geopolíticas, uma vez que suas reservas e produção estão sob domínio de poucos países.

A China detém cerca de 40% das reservas e 70% da produção, hegemonia conquistada a partir dos anos 2000, mas com investimentos que começaram há 40 anos. Quando se trata da fabricação de ímãs a partir de ETRs, especificamente, o monopólio asiático ultrapassa 90%.

As maiores reservas mundiais comprovadas de terras raras estão na China, com 44 milhões de toneladas. O Brasil vem logo a seguir, com 22 milhões, mesma quantidade do Vietnã, mas à frente da Rússia, com 12 milhões, da Índia, com 6,9 milhões, e da Austrália, com 3,4 milhões, de acordo com dados de 2018 do United States Geological Service (USGS).

O Brasil tem a segunda maior reserva (19%), mas apenas 0,02% da produção mundial: 80 toneladas das 350 mil produzidas em todo o mundo. Projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) apontam que a demanda pelos ETRs no país deve crescer 6 vezes de 2024 para 2034, saltando de cerca de 1 mil toneladas para mais de 6 mil.

A boa notícia é que estamos cada vez mais próximos de alcançar a autonomia no processo industrial. Já está em operação, no laboratório de Lagoa Santa (MG), uma planta-piloto com potencial para produzir 100 toneladas por ano de ímãs permanentes. A fábrica vai processar a liga de neodímio - um dos elementos terras raras -, ferro e boro (NdFeB) para produção dos ímãs. 

O Instituto e outras seis instituições de pesquisa e tecnologia se juntaram a 28 empresas para implementar o ciclo completo de produção nacional, da extração e refino dos elementos até a produção final e reciclagem de ímãs. Das 28 empresas, participam startups e companhias de diferentes setores, incluindo WEG, Stellantis, Iveco Group, Vale, Mosaic e Schulz; além do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT); o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem); a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); e os Institutos SENAI de Inovação em Processamento Mineral (MG), Processamento a Laser (SC), Sistemas de Manufatura (SC) e Manufatura Avançada (SP). Reunir diferentes atores da cadeia e instituições de pesquisa referência na área é o grande diferencial do ambicioso projeto. 

Além da concorrência com outros países que dominam a tecnologia e os investimentos, a contratação de profissionais como um dos maiores desafios. O conhecimento ainda está concentrado na academia, com mestres e doutores, e são necessários especialistas e técnicos para trabalhar na operação na planta. (fontes: CNI/USGS/USP)
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