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Tendências – Montadoras otimizam produção com uso do MQL

05/09/2013

Gühring desenvolve projetos com indústria automotiva e fabricantes de máquinas desde 2011

A Volkswagen inaugurou no mês de julho uma nova unidade em São Carlos que inicia as operações com usinagem com Mínima Quantidade de Lubrificante (MQL). A implantação da moderna estrutura contou com o auxílio da Gühring em ferramental e apoio técnico.

A linha de usinagem irá consumir 0,1 litro de óleo refrigerante por hora, uma redução de consumo em 10 mil vezes em comparação com o método convencional. O descarte do cavaco é feito por aspiração a vácuo, em que é transportador para uma central. Depois de prensado, a peça é levada para reciclagem.

A Gühring é uma das empresas pioneiras no desenvolvimento de tecnologias para a usinagem em Mínima Quantidade de Lubrificantes (MQL). No Brasil, desenvolve desde 2011 projetos junto a indústrias de máquinas e automobilística para uma produção eficiente que respeita o meio ambiente e está atenta a necessidade de um menor consumo de energia.

A pesquisa na área foi potencializada por conta das solicitações do governo alemão em prol dos benefícios ecológicos e hoje projetos em MQL respondem por 14% de tudo que é desenvolvido pela Gühring. A participação neste segmento já responde por 10% do faturamento.

Por meio dos processos e ferramentas desenvolvidas pela Gühring, a usinagem em Mínima Quantidade de Lubrificante pode levar a uma redução de 10 a 12% nos custos de operação. Entre as principais diferenças entre as ferramentas de uso convencional para o MQL estão a geometria, acabamento de superfície e a qualidade do metal duro.

Para o diretor da Gühring no Brasil, não é apenas a preocupação com o meio ambiente que motiva empresas a adotarem o sistema. O projeto construído para cada necessidade irá ditar a economia em cada empresa. Ele lembra que serão necessárias máquinas e ferramentas específicas para a adoção. “O fator custo do investimento está estritamente ligado à estratégia de negócios do cliente, da relação que ele pretende desenvolver entre custos e inovações.”