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A GÜHRING na indústria aeroespacial

03/07/2018

Ferramentas da empresa já são utilizadas no segmento

O avanço das tecnologias tem trazido desenvolvimento para a indústria Aeronáutica brasileira, um dos setores da economia que têm driblado a crise e que compete de forma globalizada com o mercado mundial. A Gühring vem acompanhando a evolução da indústria aeroespacial, desenvolvendo uma linha completa de ferramentas especiais para aplicações em fibras de carbono, compósitos, ligas de alumínio e titânio. Líderes mundiais do setor aeronáutico já utilizam as ferramentas da Gühring.

A empresa tem uma linha de ferramentas chamada CFK Milling Cutters, formada por fresas e brocas, que atende esse mercado. “São produtos desenvolvidos para trabalhar com materiais compósitos, utilizadas largamente em alguns segmentos, como no caso da indústria aeronáutica”, ressalta Jonas Prado, engenheiro de Aplicação da Gühring Brasil.

A usinagem de componentes na indústria aeroespacial exige eficiência, precisão, elevada qualidade e alta tecnologia. Segundo Prado, tais ferramentas exigem grande desempenho e robustez, pois são utilizadas na montagem de aviões, cuja carcaça possui diversos materiais unidos que precisam ser usinados numa única etapa durante a montagem. “Hoje o mercado requer esse tipo de ferramenta para usinar materiais complexos, de alta resistência, altamente abrasivos, que não podem ser operados com ferramentas comuns”, ressalta o engenheiro.

Ele explica ainda que a usinagem em si é leve, porém é extremamente difícil e sofisticada, dada a complexidade dos materiais. A CFK Milling Cutters, segundo Prado, é uma ferramenta de longa duração, especialmente resistente ao desgaste graças a seu revestimento de diamante (Ultrafine Diamond), que possibilita desenvolver produtos sem rebarbas, sem delaminação, com altas taxas de avanço e velocidade de corte e com tempo de usinagem reduzido. “Não se pode ter problema algum na usinagem de uma aeronave em fase final de acabamento que ocasione um refugo na estrutura por causa de uma quebra de ferramenta. Fica impossível de imaginar tal fato”, diz Prado.