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PARA A ABIMAQ, A SAÍDA É EXPORTAR


Neste ano as exportações de produtos manufaturados devem crescer 2,45% em relação a 2014.

Frente às enormes dificuldades enfrentadas pelo setor de máquinas e equipamentos no país, que registra ano a ano queda no faturamento de suas empresas, a ABIMAQ anunciou que concentrará esforços em 2015 para apoiar e incentivar cada vez mais as exportações, caminho visto pela entidade como alternativa vital para driblar a crise. 

Para isso a entidade fará uma atuação conjunta com a Apex-Brasil e o Programa BMS (Brazil Machinery Solutions – programa fruto da parceria entre a ABIMAQ e a Apex-Brasil, que visa à promoção das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos), desenvolvendo uma série de ações ao longo do ano para colocar os produtos brasileiros no mercado mundial, ampliar as exportações, conquistar novos mercados e, principalmente, conscientizar os empresários sobre a necessidade de exportar.

Segundo projeções realizadas pela AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), para 2015, as exportações brasileiras poderão apresentar queda de 4,3%, em comparação ao ano passado, e as importações, queda de 9,8%. No entanto, as exportações de produtos manufaturados devem crescer 2,45% em relação a 2014.

“Apesar de todos os desafios impostos pelo atual cenário econômico no Brasil, o momento é propício para as exportações”, ressalta José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ.  Isso, segundo ele, devido a fatores como a retomada do crescimento dos mercados dos EUA e União Européia e câmbio mais favorável, o que pode levar ao aumento da competitividade de alguns setores. Além disso, há previsão de crescimento para alguns países prioritários do Programa Brazil Machinery Solutions, como Chile, Colômbia, Peru e México (além dos EUA), o que pode levar ao aumento de exportações de máquinas e equipamentos para estes locais. 

Velloso ressalta que, como a retomada do mercado interno deve demorar a acontecer, devido às incertezas da economia local e mundial, as empresas devem se preparar o quanto antes para o mercado externo. “Para as empresas que não exportam, a situação é de um ambiente de crise. Já as empresas que exportam estão em um ambiente de mercado ascendente”, afirma Velloso, reforçando que, quando uma empresa exporta, ela está mitigando o risco de sua operação. 

Em relação aos receios dos empresários quanto às dificuldades de exportação, devido a variáveis como idioma, falta de conhecimento do mercado e tecnologia adequada, Velloso destaca que, apesar destas diferenças, exportar não deve ser visto como “um bicho de sete cabeças” e reforça o suporte oferecido pela ABIMAQ, pela Apex-Brasil e pelo programa BMS, como apoio à participação em feiras internacionais.

Baseado nos resultados positivos obtidos como fruto das participações das empresas brasileiras nas feiras e missões internacionais de 2014, o diretor executivo do Departamento de Mercado Externo da ABIMAQ e gerente do BMS, Klaus Curt Müller, acredita que 2015 será um ano de desafios para a indústria exportadora brasileira, mas também de sucessos. Entre os principais destaques na pauta de atuação do programa BMS este ano estão projetos desenvolvidos para alcançar o potencial de dois mercados considerados prioritários para o programa: Estados Unidos e Colômbia. O programa BMS investirá no incremento das missões internacionais, aumentando a participação em feiras e realizando ações específicas com missões comerciais. (fonte: Abimaq)

 
 
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