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MONTADORAS APOSTAM NA POTÊNCIA DO MERCADO


Brasil tem atraído montadoras de todo o planeta.

MONTADORA

Quarto maior mercado global de veículos e 7º maior fabricante mundial de automóveis, o Brasil tem atraído investimento das montadoras que até o momento ignoram a crise econômica e a consequente retração do mercado de veículos. Embora 2014 e o primeiro semestre deste ano tenham sido um período muito difícil para as montadoras, com queda do PIB e instabilidade política, as empresas apostam que os milhões investidos do Brasil terão retorno. Além da potencialidade local do negócio, os analistas creditam a chegada de novas plantas ao programa Inovar-Auto. Trata-se de Audi, BMW, Chery, Fiat-Chrysler, Honda, Hyundai, JAC, Jaguar Land Rover, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Nissan e Toyota... A lista não para de crescer.

Com o Inovar-Auto, o veículo brasileiro avança em direção à plataforma tecnológica mundial. Os modelos passarão a sair de fábrica mais equipados, com tecnologia embarcada, fazendo com que as versões básicas deixem de ser o motor das vendas, tendendo à extinção. O programa, estipulado para um ciclo de cinco anos, até 2017, permitiu ao setor planejar mudanças de longo prazo, aliado a incentivos do governo federal. “A indústria automotiva precisa de tempo para se adaptar. O Inovar-Auto deu esse tempo”, explica Ricardo Reimer, presidente do SAE Brasil.

De acordo com dados do Banco Central divulgados mês passado, de janeiro a julho o fluxo líquido de investimento estrangeiro (entradas menos saídas) das montadoras no país somou US$ 2,77 bilhões, valor 38% superior aos US$ 2 bilhões injetados nos mesmos sete meses de 2014. No ano passado inteiro essa cifra foi de US$ 4,2 bilhões. 

Na contramão, caíram consideravelmente as remessas de lucros das montadoras no Brasil para suas matrizes. Este ano, até julho, os fabricantes de veículos enviaram apenas US$ 134 milhões em dividendos, em forte retração, de 80%, ante os US$ 663 milhões do mesmo período de 2014. De janeiro a dezembro do ano passado, o valor total remetido foi de US$ 884 milhões, já bastante abaixo (-73%) dos US$ 3,3 bilhões de 2013, e muito distante do recorde de US$ 5,7 bilhões de 2011. Desde o início da década, o setor automotivo se tornou o maior pagador de lucros ao exterior de toda a indústria brasileira,mas, com a queda nas vendas e a valorização do dólar, declinou para a quarta posição em 2014, e este ano está em apenas oitavo lugar.  (fontes: Automotive Business/SAE)

 
 
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