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INDÚSTRIA CONTINUA À DERIVA


Responsável por 38% da arrecadação de impostos, indústria está agonizando

industria

Depois da elevação do IOF nos financiamentos e da volta da CIDE nos combustíveis surge mais um pacote de maldades do governo. Desta vez, pegou em cheio a já combalida indústria de transformação. Agora, a bola da vez foi a desoneração da folha de pagamento (a alíquota foi de 1% para 2,5% do faturamento, o que representa um aumento de 150%) e a redução do Reintegra (o percentual que era devolvido às empresas exportadoras, para compensar aqueles impostos não recuperáveis que incidem na cadeia produtiva, caiu de 3% para 1%). “A devolução do Reintegra, para compensar minimamente os impostos que se pagam ao longo da nossa cadeia, deveria ser de no mínimo 6%, e a subida da alíquota na desoneração da folha praticamente neutralizou seu efeito benéfico”, ressalta Carlos Pastoriza, presidente do Conselho de Administração da Abimaq / Sindmaq.

O executivo ressalta que a desoneração da folha, o PSI-FINAME e o Reintregra, eram as mais importantes medidas que foram implementadas por este mesmo governo para minimizar a perda de competitividade da indústria nacional. Pastoriza salienta que se a indústria já vinha capengando com essas importantes e acertadas medidas, pode-se afirmar que o cenário daqui para frente será tenebroso! “Se o ajuste fiscal é necessário, e acreditamos que seja, a pergunta que se faz é: será que ele só é viável às custas da sociedade e da indústria brasileira? Será que não há outras formas não tão recessivas, que penalizem menos a produção e o emprego?”, indaga Pastoriza

Ele diz que a Abimaq está convicta que sim, afinal, qual está sendo a contribuição do governo para este ajuste? Onde está o anúncio de um programa de redução de gastos do governo, de melhoria da eficiência da máquina pública, por exemplo, da diminuição dos cargos comissionados (que é um cabide de empregos para atender partidos políticos), diminuição do número de ministérios, privatização de serviços públicos e redução de tantas outras despesas possíveis? E o que se gasta, então, com o pagamento de juros da dívida pública? “Cada ponto percentual de aumento da Selic representa um gasto adicional anual da ordem de R$ 10 bilhões para os cofres públicos. No ano, o governo gasta cerca de R$ 300 bilhões só com o pagamento de juros”, explica.

Pastoriza diz que lamentavelmente, não há nada nesta direção, não há nada que sinalize o início das reformas estruturais que tanto o país necessita, não há nenhuma proposta de política industrial que possa recolocar o país no rumo da competitividade. “Há, sim, uma desarticulação entre os poderes executivo e legislativo, claramente sem rumo, preocupados mais em preservar e até aumentar suas benesses”. E, na falta de direção para onde seguir, faz o mais fácil (para ele, governo), o que exige menos trabalho, comprometimento e sacrifício, que é o aumento de impostos sobre as pessoas e sobre as empresas. Para o presidente da entidade, é preciso compreender que a indústria, responsável por 38% da arrecadação de impostos, está agonizando, está na UTI. “Será que não há outras saídas para o governo, que não seja matar a galinha dos ovos de ouro? Acreditamos que sim, mas tem que haver coragem e vontade política, e tem que ser rápido, antes que a galinha morra!” (fonte: Abimaq/Sindimaq)

 
 
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