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Ferramentas em PCD podem durar 100 Vezes mais

18/10/2013

As ferramentas de PCD começaram a ganhar mais espaço no Brasil nos últimos anos e aos poucos as montadoras substituem motores fabricados com ferro fundido para peças de alumínio.

As ferramentas de PCD começaram a ganhar mais espaço no Brasil nos últimos anos e aos poucos as montadoras substituem motores fabricados com ferro fundido para peças de alumínio. A maior eficiência do material, utilizado especialmente na usinagem de alumínio, ainda encontra resistências para utilização. Um dos exemplos é no setor de veículos pesados.

Para o engenheiro da Gühring, Neider Soares, poder utilizar apenas ferramentas em PCD seria um mundo ideal. Ele explica que a durabilidade pode superar em até 100 vezes ferramentas com outros materiais e alcançar velocidades de operação muito superiores.

Neste ano, o engenheiro foi responsável por levar a linha standard de PCD da Gühring para um cliente do setor de autopeças que iniciava a produção neste segmento. Com a substituição da ferramenta do concorrente, o tempo de operação foi reduzido em 15% e aumentamos a projeção da vida útil da ferramenta em 50%.

O desenvolvimento do diamante sintético foi iniciado pela Gühring ainda na década de 80, ao vislumbrar a necessidade de ferramentas com maior dureza para usinagem de materiais mais resistentes que começavam a ser desenvolvidos. Atualmente eles já são realidade não só nas fábricas de automóveis, mas também no setor de óleo e gás. “O consumo hoje ainda é pequeno, mas vamos observar mudanças mais significativas no médio prazo, quando o alumínio também ganhar mais espaço.”