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CONSUMO DE AÇO NO BRASIL CONTINUA BAIXO


Ainda não se tem projeção para produção de aço em 2015

aço

Até o fechamento da edição desta matéria, a indústria brasileira do aço estimava chegar ao fim de 2014 com uma produção de 34,20 milhões de toneladas, mostrando estabilidade em relação ao ano anterior, quando foram produzidos 34,16 milhões de toneladas.

Para as vendas internas, a projeção configurava queda de 8,9%, enquanto as exportações deveriam crescer 20,6%, não devido à melhora do mercado internacional, mas ao religamento do alto forno da empresa ArcelorMittal Tubarão. As importações deveriam se expandir no ano em 9,7%, enquanto o consumo aparente deveria se retrair em 6,4%. Os números foram divulgados recentemente pelo Instituto Aço Brasil (IABr).

O presidente executivo da entidade, Marco Polo de Mello Lopes, atribuiu o fraco desempenho do aço brasileiro ao processo de desindustrialização observado na indústria de transformação do país como um todo, que “vem passando por dificuldades muito fortes”. A razão disso, indicou, “é a perda da competitividade sistêmica”. Ou seja, fatores externos ao controle das empresas, que retiram do setor do aço e da cadeia industrial a possibilidade de competir, “seja com o produto importado, seja no campo da exportação”. O excedente de produção mundial, em torno de 570 milhões de toneladas, é um desses fatores.

Lopes listou também, entre os entraves à evolução da siderurgia nacional, a questão cambial, os juros altos, a cumulatividade de impostos, a carga tributária, o custo da energia elétrica e do gás natural. O setor siderúrgico caiu de uma participação de 25% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país em um ano, para 13%, devido à citada perda da competitividade sistêmica, “sem ter nenhuma segurança de que esse patamar de 13% é o patamar onde nós vamos ficar, devido à não correção dessas assimetrias”, analisou.

Segundo o presidente executivo do IABr, devido ao quadro de incertezas do cenário externo e, inclusive, da política interna brasileira, é difícil fazer projeções para a produção de aço em 2015 no país. Para as vendas internas, entretanto, a perspectiva é que haja expansão de 4%, o que representará somente a recuperação de parte da queda de 8,9% esperada para 2014. O mesmo ocorre em relação à previsão de aumento de 2% para o consumo aparente no próximo ano. “É preciso haver investimentos em obras que façam aumentar o consumo, de maneira que a gente possa ter um mercado interno crescendo de forma mais sustentável”, ressalta Lopes.  Enquanto a China elevou o seu consumo per capita, isto é, por habitante, de 34 quilos, em 1980, para mais de 500 quilos, há um ano o Brasil apresenta consumo de cerca de 132 quilos por pessoa. (fonte: Agencia Brasil)

 
 
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