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CÉU DE BRIGADEIRO NO SETOR AEROESPACIAL BRASILEIRO


Principais fabricantes não enxergam crise e sim bilhões de dólares em vendas

Aviação

A expressão “ceu de brigadeiro” ilustra muito bem como está o mercado aeroespacial no Brasil. Apesar da instabilidade econômica que o país vive nos últimos tempos, três dos mais expressivos fabricantes de aeronaves comerciais do mundo - Airbus, Boeing e Bombardier - continuam firmes no propósito de ampliar seus esforços de vendas no Brasil. Isso na terra da rival Embraer, a terceira do ranking mundial. 

Segundo previsões da Boeing, daqui a dois anos o número total de passageiros domésticos no Brasil deve atingir 122 milhões (era de 90 milhões em 2012), o que tornará o país o terceiro maior mercado do mundo. O tráfego aéreo, segundo a Airbus, vem duplicando a cada 15 anos independentemente das crises econômicas mundiais. As companhias aéreas, segundo o consórcio europeu Airbus, fazem seus planejamentos de compras pensando 20 anos à frente. A companhia calcula queo Brasil terá uma demanda de 1.300 aviões nos próximos 20 anos, dos quais a grande maioria, algo em torno de 80%, será de corredor único. A fabricante europeia exibe uma posição confortável na região, com 60% de participação em toda a frota em operação na América Latina.

Estudo feito pela Boeing aponta que a América Latina terá uma demanda de 2.950 novos jatos comerciais nos próximos 20 anos, gerando negócios no valor de US$ 340 bilhões. Desse total, 190 aviões, ou US$ 10 bilhões, serão para atender ao mercado de aviação regional da região.

De acordo com a fabricante americana, 80% dos aviões que a região requer (2.360 unidades) serão de jatos de um só corredor, em que se destacam os novos modelos 737 MAX, da Boeing, o A320 NEO, da Airbus, o CSeries, da Bombardier, e os novos E-Jets E2, da Embraer. 

Nos últimos 10 anos, apenas a Embraer vendeu 200 jatos para companhias latino-americanas. As operadoras brasileiras começaram a operar os jatos da Embraer em 2008, com a Azul e a Trip que, juntas, compraram em torno de 90 aviões. A fabricante brasileira avalia que a América Latina precisará de 700 novos jatos na categoria de 70 a 130 lugares (onde atua) nos próximos 20 anos, o que representa 11% da demanda global.  A canadense Bombardier abriu um escritório regional de vendas e marketing em São Paulo como parte da sua estratégia de regionalização. A companhia acredita que o plano de aviação regional brasileiro será uma oportunidade importante para a empresa introduzir seus produtos no país, tanto os turboélices para cidades de menor porte, quanto os jatos para cidades com tráfego aéreo maior e onde se demanda maior eficiência de combustível.  (Fonte: Valor Econômico

 
 
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